Vanessa Cornélio é diretora e performer. Bacharela em Comunicação Social, com especialização em Criação Publicitária. Em 2010 passa a pesquisar artes, em especial as artes cênicas, artes visuais e literatura, aprofundando nas questões semióticas que as norteiam. Em 2011 funda o grupo Asa de Borboleta Performance Art, onde pesquisa o corpo cênico performativo e a relação com o corpo com deficiência, é cadeirante. Produziu e apresentou as performances: Um ser, só., Admitimos PCD, HUMALTERIDADE, [Pre(sente)], Contágio, Chorando Cebolas e A pessoa com deficiência não é um fardo. Com o Asa de Borboleta Performance Art, recebeu os prêmios de Arte e Inclusão, oferecido pela Abaçaí Cultura e Arte e Secretaria do Estado dos direitos da Pessoa com deficiência em 2018, e o Prêmio Nelson Seixas, oferecido pela Secretaria de Cultura de São José do Rio Preto, em três edições, 2017, 2019 e 2021. No teatro, fundou ao lado de Milton F. Verderi e Lawrence Garcia, o Grupo Kahlos de Teatro.

Realização: Mililitros de Arte
Texto, Concepção e Interpretação: Vanessa Cornélio
Direção: Reinaldo Volpato
Assistente de Direção, Montagem e Desenho de Som: Marcus Vinicius de Marchi
Produção Executiva: Mona Luizon
Produção: Cléo Neves
Continuista: Clenira Sarkis
Câmeras: Fernando Macaco, Zé Thomaz e Mona Luizon.
Som Direto: Márcio Jacovani
Apoio técnico e Logístico: Atividades Culturais PARATODOS
Iluminador: Henrique Tófolo
Elétrica: Marcio Luis Ferreira
Maquiador: Adriano Ortolan
Assistente Geral: Roberto Araújo
Intérprete de Libras: Bárbara de Oliveira Moura
Captação de Vídeo em Libras: Abaeté Produtora
Audiodescrição: As Meninas dos Olhos

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