Como a acessibilidade pode reinventar a forma como vivenciamos o cinema e a arte? Nesta oficina, iremos explorar os recursos que ampliam a experiência audiovisual, como legendagem, audiodescrição e Libras, e discutir como eles não apenas eliminam barreiras, mas também criam novas camadas de significado. A partir de exemplos práticos e reflexões sobre o cinema e outros espaços culturais, vamos investigar a acessibilidade como potência criativa, abrindo caminhos para narrativas mais diversas.
Ademar Alves Jr. é surdo sinalizante, é mestrando em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com bolsa do projeto Somos Diversas (Capes/UFMG). É graduado em Arquitetura e Urbanismo e graduando em Cinema e Audiovisual, ambos pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), onde também concluiu quatro especializações: Fotografia e Outras Visualidades Contemporâneas, Criação Publicitária e Produção Audiovisual, Escrita Criativa e Culturas Urbanas, Mídia e Memória. Sua pesquisa se concentra na cultura surda, acessibilidade e memória no audiovisual.
Sara Paoliello é doutoranda e mestre em Comunicação Social (UFMG), formada em Cinema e Audiovisual (UNA), com licenciatura em Artes Visuais (Claretiano) e pós-graduanda em Audiodescrição pela PUC Minas. Atua como produtora de ações de acessibilidade no Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes, com foco em mostras e cineclubes acessíveis. Em 2023 e 2024, realizou a Mostra Deficiência em Tela, com produções que abordam a temática da deficiência. Seus curtas foram exibidos em festivais como Assim Vivemos, CineBH e o Festival de Takeshima, na Colômbia.
30 vagas
Público-alvo: Estudantes de comunicação social e produtores culturais interessados em práticas de acessibilidade no campo do cinema e da arte, a partir de 16 anos.
Inscrições: 12 de agosto a 03 de setembro
Divulgação dos selecionados: 05 de setembro
Aulas: 09 a 10 de setembro, das 14h às 17h
Local: Funarte MG